Solução Geoflow

Sistema de Gestão de Risco Geotécnico

Inventário de ativos, inspeções de campo e instrumentação reunidos em um só lugar — com o risco priorizado em mapa e em matriz.

O risco existe. A informação sobre ele está espalhada.

O cadastro do talude está num relatório de cinco anos atrás. A leitura do piezômetro está numa planilha no computador de alguém. A foto da trinca está no celular do técnico que fez a última vistoria.

Cada peça existe. O que não existe é a visão do conjunto — aquela que permite responder, com critério, qual ativo merece atenção primeiro e por quê.

Quando chove forte, essa resposta precisa estar pronta em minutos, não em dias.

O que o sistema resolve

  • Cadastro de ativos desatualizado
  • Vistoria em papel
  • Foto sem data nem local
  • Instrumento em planilha isolada
  • Risco avaliado de memória
  • Laudo montado à mão
  • Alerta que não chega a quem decide

Quatro etapas, um ciclo contínuo

O inventário sustenta a inspeção, a inspeção alimenta a priorização, e a instrumentação avisa quando algo mudou entre uma vistoria e outra.

1Inventariar

Cada ativo vira um registro

Taludes, encostas, barragens, faixas de duto e estruturas de contenção cadastrados com atributos técnicos, fotos, localização e histórico. É a base sobre a qual todo o resto se apoia.

2Inspecionar

A vistoria sai a campo com roteiro

O aplicativo grava autor, coordenadas, data e hora. A descrição pode ser ditada por voz e vira texto; as fotos entram carimbadas. Funciona sem sinal e sincroniza depois.

3Monitorar

O instrumento fala com o cadastro

Piezômetros, inclinômetros, pluviômetros e estações meteorológicas alimentam o sistema. A leitura fica ao lado da vistoria e da foto do mesmo ativo, não numa planilha à parte.

4Priorizar

O que atender primeiro, e por quê

Matriz de risco e mapas temáticos ordenam a carteira por critério declarado. Limiares configurados disparam alerta por SMS, e-mail e aplicativo para quem precisa decidir.

Recursos

Cadastro de ativos

Inventário geotécnico com atributos técnicos, elementos de risco, fotos, localização e histórico de intervenções.

Aplicativo de inspeção

Roteiros configuráveis, operação online e offline, carimbo automático de autor, coordenada, data e hora.

Instrumentação integrada

Piezômetros, inclinômetros, pluviômetros e estações meteorológicas lidos no mesmo ambiente do cadastro.

Base geoespacial

Camadas GIS, imagens de drone e satélite e modelo digital de elevação sobre a mesma carteira de ativos.

Matriz de risco

Probabilidade e consequência combinadas segundo o critério da sua organização, não um padrão imposto.

Mapas de ocorrência

Gerados automaticamente a partir dos registros, com mapas temáticos e espelhos de risco prontos para anexo.

Painéis executivos

Indicadores da carteira, evolução no tempo e exportação em PDF e CSV para quem não abre o sistema todo dia.

Laudos e relatórios

Modelos aderentes a exigências regulatórias, montados a partir dos registros e das evidências já coletadas.

Alertas configuráveis

Limiares por ativo ou por região disparando notificação multicanal, ligados ao plano de resposta.

O acesso é controlado por perfil e hierarquia, com trilha de auditoria de quem registrou, quem alterou e quem validou cada dado. Em avaliação de risco, saber a procedência do registro vale tanto quanto o registro.

Onde se aplica

O mesmo núcleo — cadastrar, inspecionar, monitorar, priorizar — atende situações bastante diferentes.

  • Taludes em rodovias e ferrovias
  • Barragens e estruturas de contenção
  • Faixas de dutos e linhas de transmissão
  • Encostas e áreas de risco em municípios
  • Laudos de vistoria de Defesa Civil
  • Relatórios de inspeção industrial
  • Inventário de ativos geotécnicos
  • Pluviometria e nível d'água ligados ao plano de resposta

Quem usa

Duas realidades distintas, com a mesma pergunta de fundo: o que atender primeiro.

Quem opera o ativo

Mineração, infraestrutura, energia, saneamento e construção pesada

  • Carteira de ativos geotécnicos sob uma única visão
  • Inspeção padronizada entre unidades e equipes
  • Evidência organizada para auditoria e conformidade regulatória
  • Instrumentação e vistoria lidas em conjunto, não em paralelo
  • Priorização de intervenção com critério defensável

Quem protege a população

Defesa civil, prefeituras e órgãos estaduais

  • Mapeamento de encostas e áreas de risco do município
  • Vistorias de campo registradas com localização e data
  • Laudos emitidos a partir do que foi coletado, sem remontagem
  • Pluviometria ligada a limiares e ao plano de contingência
  • Histórico preservado entre gestões e trocas de equipe

Em operação

Órgão estadual de geologia e recursos minerais Governo do Estado do Rio de Janeiro

O órgão é responsável pelo mapeamento de áreas de risco iminente de escorregamento nos municípios fluminenses e pelo atendimento às emergências nesses municípios. O sistema apoia o trabalho de campo das equipes e a organização dos registros de vistoria e avaliação.

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Próximos passos

Três etapas curtas até saber se o sistema serve para a sua operação.

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Conte que tipo de ativo você acompanha e quantos pontos precisa manter sob vigilância. Respondemos em até três dias úteis.

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Atendimento
Segunda a sexta, 9h às 18h